Muito tem se falado no mundo corporativo sobre liderança e gestão de pessoas como grandes diferenciais para uma empresa obter sucesso. E você já reparou na infinidade de artigos tratando o CHEFE como uma figura negativa e nociva à empresa? O grande X da questão é que você PRECISA de um chefe na sua empresa.

Se hoje as pessoas repetem sem parar (e pensar) sobre a importância de ser um LÍDER e não um CHEFE para seu time, eu te digo que antes de qualquer coisa, precisamos entender a origem dos conceitos.

CHEFE é um funcionário que possui um cargo de comando formal dentro da companhia, e tem o poder de ações decisórias e de comando sobre as pessoas. Já o LÍDER, é uma pessoa com capacidade de influenciar e motivar outras pessoas a realizar um trabalho, e a atingir metas ou objetivos. Conseguiu ver a diferença? Agora perceba, o quanto isso pode ser complementar, quando colocamos mais um conceito neste cenário: o GESTOR, pois ele tem a capacidade de organizar, mensurar e garantir os processos técnicos e administrativos do seu negócio com a máxima eficiência.

O que quero que você entenda é que SUA EMPRESA precisa de um CHEFE, com competência técnica de GESTOR e competência comportamental de um LÍDER. Esse é o caminho para uma LIDERANÇA de RESULTADOS.

Ser apenas CHEFE, atuando com poder em todos os momentos, leva a equipe a um processo de desmotivação e baixo envolvimento com os resultados. Sabe aquela equipe que faz o mínimo possível, e que espera o máximo de remuneração? Pois é. Se para piorar, esse poder for imposto com violência, a equipe vai sentir insegurança, medo, baixa auto-estima, e vai entregar cada vez menos. Quando temos apenas o GESTOR, e a ação é exercida de forma intensa, a relação de trabalho se torna fria, técnica e distanciada, gerando nos funcionários um comportamento muito próximo ao processo de “chefismo” em relação a desmotivação, baixo engajamento e baixa performance, agravado pelo sentimento de tristeza e apatia, o que torna o relacionamento profissional pobre e sem perspectivas.

Você percebe quantas vezes esse comportamento se retroalimenta? O empresário não enxerga resultados no trabalho do funcionário, e portanto não realiza nenhum processo de mérito a ele. O funcionário, por sua vez, enxerga que para exercer suas atividades precisa de esforço emocional e psicológico, e se sente merecedor de uma remuneração maior como contra prestação deste esforço, e como este raramente ocorre, o profissional fica cada vez mais desanimado e pouco produtivo, levando a um ciclo que se auto reforça, de cada vez mais escassez e baixa performance empresarial.

Você pode estar pensando… está vendo? Precisamos de um LÍDER! Atuar apenas como LÍDER, traz ao grupo uma boa energia, maior felicidade dos profissionais, conexão do time, e motivação, porém isso pode tornar a equipe focada nos relacionamentos, e deixando em segundo plano as metas, objetivos e processos técnicos da empresa, o que de certa forma não deixa de ser uma baixa performance, pois prejudica os resultados e a saúde da organização.

E qual a equação perfeita para uma EMPRESA DE RESULTADOS? Um profissional que atue próximo de 50% do tempo como Gestor (Planos e Controles), próximo de 50% como Líder (Influência e Motivação) e de 1% a 5% como Chefe (Poder). Eu chamaria isso de SABEDORIA DO LÍDER DE SUCESSO, que para obter os resultados desejados, utiliza as competências certas a favor de si e da sua equipe, e que mesmo por meio de um processo técnico, consegue vender o propósito da sua empresa de forma inspiradora.

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Wilson Rios – Consultor